Os Viajantes e o Urso
Um dia dois viajantes dera de cara com um urso. O primeiro se salvou escalando uma árvore, mas o outro, sabendo que não ia consguir vencer sozinho o urso, se jogou no chão e fingui-se de morto. O urso se aproximou dele e começou a cheirar sua orelha, mas, convencido de que estava morto, foi embora. O amigo começou a descer da árvore e perguntou:
_O que o urso estava cochichando em seu ouvido?
_Ora, ele só me disse para pensar duas vezes antes de sair por aí viajando com gente que abandona os amigos na hora do perigo.
Moral da história:
A desgraça põe à prova a sincaridade e a amizade
Esopo
LEIA E COMENTE! VOCÊ NÃO SÓ PODE, COMO DEVE! VOU GOSTAR E FICAR ANSIOSA, À ESPERA DE MAIS COMENTÁRIOS! PARTICIPE! CRITIQUE! ELOGIE! E ME DEIXE MUITO FELIZ COM ISSO!
sexta-feira, 30 de julho de 2010
quarta-feira, 28 de julho de 2010
terça-feira, 27 de julho de 2010
Niver de Lai no Bar Vermont - SP
Eu e Lai no niver dela...
Lai e seu bolo
BOLO DE LAI
A GALERA TODA JUNTA: CIDA, ALESSANDRA, SORAYA, LAI e CÉLIA.
A identidade lésbica
por Lúcia Facco em Frente e Verso
Por que você é “a lésbica” acima de todas as coisas?
Na semana passada aconteceu um fato que me deixou desapontada. Incrível como a sociedade ainda encara a homossexualidade de maneira tão incrivelmente preconceituosa.
Andei às voltas com um cãozinho que recolhi na rua. Ele estava doente, magro demais e o levei para a veterinária, onde está aguardando um adotante; com um filhote de pombo que achei caído do ninho e trouxe para casa para soltá-lo quando estiver voando (o que está quase acontecendo, felizmente); com os estudos do meu filho, em semana de provas na escola; com visitas diárias ao festival Anima Mundi, pelo qual nós aqui em casa somos aficcionados, mas o que mais me deixou marcada foi um post que coloquei em um tópico do Orkut.
Meu filho estuda na escola em que trabalho. Ele criou um tópico falando de algumas insatisfações dele com acontecimentos da escola. Daí, como era de se esperar, houve pessoas que concordaram e outras que discordaram de sua fala. Eu entrei na discussão e coloquei algumas opiniões. Para minha enorme surpresa, fui criticada (não no Orkut, mas no trabalho) por, em um dos posts, fazer uma “referência erótica”.
“Como assim? Você leu o post?” Perguntei à pessoa que me chamou a atenção. “Li por alto, mas deu para perceber que havia essa referência.” Ela respondeu.
Confesso que fiquei chocada, já que não havia absolutamente nenhuma referência erótica, pois não sou uma idiota irresponsável para fazer colocações eróticas quando a discussão não tem nada a ver com erotismo, e, muito menos, em uma discussão com adolescentes.
Fiquei pensando em como a pessoa em questão encontrou erotismo em um texto que falava de política educacional. É uma questão realmente curiosa, não? A única explicação que encontrei para tal interpretação é que algumas (muitas) pessoas, quando sabem da homossexualidade de alguém, sempre vão relacionar as atitudes desse alguém a sexo, libido, sacanagem, putaria.
Todos nós temos inúmeras identidades que se alternam, mudam, flutuam, de acordo com nossos momentos de vida e com as situações e ambientes nos quais nos encontramos. Se estou com a família, sou uma pessoa; no trabalho, sou outra, e por aí vai.
Mas a identidade homossexual parece ainda ser a mais marcante, a mais forte, que nos impregna e faz com que as pessoas nos vejam como “as lésbicas”, ou “os gays”. E, como no imaginário social, a homossexualidade está fortemente associada a sexo, de uma maneira diferente da heterossexualidade, parece que temos o estigma de sermos seres extremamente sexualizados.
Podemos constatar isso em várias situações que envolvem homossexuais. Nas Paradas do Orgulho LGBT, por exemplo, as maiores críticas sempre são: “Ah! É a maior putaria! Uma falta de respeito”. Se observarmos as micaretas ou blocos de carnaval, veremos tanta, ou até mais “putaria”, só que envolvendo casais heterossexuais. Mas aí ninguém faz referência a sexo, não é?
Não sei se já comentei isso aqui, mas, certa vez, falei com um colega sobre a história King and King, escrita por duas holandesas, para crianças. Essa história foi lida por um grupo de professoras a seus alunos, na Inglaterra (se bem me lembro) e alguns pais foram reclamar. A Direção da escola chamou a atenção das professoras por elas estarem dando aulas de “educação sexual” para as crianças, sem avisar aos pais com antecedência.
Para meu espanto, o meu colega concordou com a posição da Direção, ao que eu retruquei: “Ora essa, onde está a “educação sexual?” Na historinha não há sexo explícito, ela termina com o indefectível “E foram felizes para sempre…”, assim como a Branca de Neve, a Bela adormecida, a Cinderela e outras.
Ele disse que ok. Mas ficava implícito que eles fariam sexo. Perguntei: “Mas e as princesas? Elas, depois do casamento, não farão sexo com os príncipes?” Ele não teve resposta para isso.
Sempre me pergunto quando essas ideias se dissiparão e a sociedade deixará de nos sexualizar tanto? Isso, aliás, é um bocado irônico, em uma cultura em que as menininhas estão se vestindo de mulherzinhas cada vez mais cedo, usando meias arrastão, mini saias, botas de couro de cano alto (com salto); em que meninos e meninas namoram cada vez mais cedo; uma cultura em que crianças e adolescentes ouvem funks com letras pornográficas, aos berros e todos acham normal.
Isso é tudo muito estranho e muitas vezes eu tenho vontade de mandar parar o mundo para que eu possa descer. Mas depois eu reflito e acabo chegando à conclusão de que desistir não melhoraria o mundo em nada. O que precisamos é continuar, todos os dias, nesta dura tarefa de tentar fazer com que nos vejam como pessoas de mil faces, mil qualidades, mil defeitos, vivendo sob essa única imagem, essa máscara de ferro que a sociedade insiste em nos colocar: “@s homossexuais”.
Tudo bem. Afinal, quem disse que viver é fácil?
por Lúcia Facco em Frente e Verso
Por que você é “a lésbica” acima de todas as coisas?
Na semana passada aconteceu um fato que me deixou desapontada. Incrível como a sociedade ainda encara a homossexualidade de maneira tão incrivelmente preconceituosa.
Andei às voltas com um cãozinho que recolhi na rua. Ele estava doente, magro demais e o levei para a veterinária, onde está aguardando um adotante; com um filhote de pombo que achei caído do ninho e trouxe para casa para soltá-lo quando estiver voando (o que está quase acontecendo, felizmente); com os estudos do meu filho, em semana de provas na escola; com visitas diárias ao festival Anima Mundi, pelo qual nós aqui em casa somos aficcionados, mas o que mais me deixou marcada foi um post que coloquei em um tópico do Orkut.
Meu filho estuda na escola em que trabalho. Ele criou um tópico falando de algumas insatisfações dele com acontecimentos da escola. Daí, como era de se esperar, houve pessoas que concordaram e outras que discordaram de sua fala. Eu entrei na discussão e coloquei algumas opiniões. Para minha enorme surpresa, fui criticada (não no Orkut, mas no trabalho) por, em um dos posts, fazer uma “referência erótica”.
“Como assim? Você leu o post?” Perguntei à pessoa que me chamou a atenção. “Li por alto, mas deu para perceber que havia essa referência.” Ela respondeu.
Confesso que fiquei chocada, já que não havia absolutamente nenhuma referência erótica, pois não sou uma idiota irresponsável para fazer colocações eróticas quando a discussão não tem nada a ver com erotismo, e, muito menos, em uma discussão com adolescentes.
Fiquei pensando em como a pessoa em questão encontrou erotismo em um texto que falava de política educacional. É uma questão realmente curiosa, não? A única explicação que encontrei para tal interpretação é que algumas (muitas) pessoas, quando sabem da homossexualidade de alguém, sempre vão relacionar as atitudes desse alguém a sexo, libido, sacanagem, putaria.
Todos nós temos inúmeras identidades que se alternam, mudam, flutuam, de acordo com nossos momentos de vida e com as situações e ambientes nos quais nos encontramos. Se estou com a família, sou uma pessoa; no trabalho, sou outra, e por aí vai.
Mas a identidade homossexual parece ainda ser a mais marcante, a mais forte, que nos impregna e faz com que as pessoas nos vejam como “as lésbicas”, ou “os gays”. E, como no imaginário social, a homossexualidade está fortemente associada a sexo, de uma maneira diferente da heterossexualidade, parece que temos o estigma de sermos seres extremamente sexualizados.
Podemos constatar isso em várias situações que envolvem homossexuais. Nas Paradas do Orgulho LGBT, por exemplo, as maiores críticas sempre são: “Ah! É a maior putaria! Uma falta de respeito”. Se observarmos as micaretas ou blocos de carnaval, veremos tanta, ou até mais “putaria”, só que envolvendo casais heterossexuais. Mas aí ninguém faz referência a sexo, não é?
Não sei se já comentei isso aqui, mas, certa vez, falei com um colega sobre a história King and King, escrita por duas holandesas, para crianças. Essa história foi lida por um grupo de professoras a seus alunos, na Inglaterra (se bem me lembro) e alguns pais foram reclamar. A Direção da escola chamou a atenção das professoras por elas estarem dando aulas de “educação sexual” para as crianças, sem avisar aos pais com antecedência.
Para meu espanto, o meu colega concordou com a posição da Direção, ao que eu retruquei: “Ora essa, onde está a “educação sexual?” Na historinha não há sexo explícito, ela termina com o indefectível “E foram felizes para sempre…”, assim como a Branca de Neve, a Bela adormecida, a Cinderela e outras.
Ele disse que ok. Mas ficava implícito que eles fariam sexo. Perguntei: “Mas e as princesas? Elas, depois do casamento, não farão sexo com os príncipes?” Ele não teve resposta para isso.
Sempre me pergunto quando essas ideias se dissiparão e a sociedade deixará de nos sexualizar tanto? Isso, aliás, é um bocado irônico, em uma cultura em que as menininhas estão se vestindo de mulherzinhas cada vez mais cedo, usando meias arrastão, mini saias, botas de couro de cano alto (com salto); em que meninos e meninas namoram cada vez mais cedo; uma cultura em que crianças e adolescentes ouvem funks com letras pornográficas, aos berros e todos acham normal.
Isso é tudo muito estranho e muitas vezes eu tenho vontade de mandar parar o mundo para que eu possa descer. Mas depois eu reflito e acabo chegando à conclusão de que desistir não melhoraria o mundo em nada. O que precisamos é continuar, todos os dias, nesta dura tarefa de tentar fazer com que nos vejam como pessoas de mil faces, mil qualidades, mil defeitos, vivendo sob essa única imagem, essa máscara de ferro que a sociedade insiste em nos colocar: “@s homossexuais”.
Tudo bem. Afinal, quem disse que viver é fácil?
quinta-feira, 8 de julho de 2010
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Aprenda a lidar com o amor não-correspondido
Você jura ter encontrado o homem da sua vida e tem certeza de que somente ele será capaz de lhe fazer feliz. Mas, o que não estava nos seus planos era não ser correspondida afetivamente por ele.
Algumas atitudes podem indicar que o homem está pouco interressado em investir na mulher. De acordo com a terapeuta de casal Cláudya Toledo, se ele não olha ou não repara na mulher, não escuta o que ela diz e, principalmente, fica com o corpo voltado para outra direção quando está perto dela, definitivamente, o homem não sente atração.
Entretanto, a psicóloga especialista em Medicina Comportamental pela UNIFESP, Junia Ferreira, chama a atenção para um problema recorrente entre os relacionamentos de hoje em dia. "Existe muita precipitação por parte das mulheres, uma grande vontade de encontrar um amor. É preciso ir com calma, sem pressa e dar tempo para conhecer melhor o parceiro", afirma.
Outra dica da psicóloga para tentar evitar um amor não-correspondido é procurar alguém que tenha os mesmos gostos e preferências, já que será mais fácil compartilhar as experiências de vida.
Se você acredita que seus sentimentos não estão sendo correspondidos, Cláudya Toledo aconselha a reverter a situação. Segundo ela, é possível sim deixá-lo caidinho por você. "Para o homem é fundamental sentir atração física pela mulher. Portanto, é importante se arrumar para estar bonita para ele", diz.
Muitas vezes, a mulher acaba se declarando por acreditar que assim despertará algum sentimento no rapaz. A terapeuta Cláudya desaprova tal providência. "O homem não fica com alguém que se faz de pobrezinha. Ele ainda isola a pessoa porque não sabe lidar com a "revolução de sentimentos", afirma.
Portanto, evite expor seus sentimentos para não se sentir humilhada e frustrada. Além disso, os conflitos amorosos existem para serem superados. "Para se livrar de um amor não-correspondido, a mulher deve dar um tempo para se recolher e chorar bastante, para depois ficar linda e fazer a 'fila andar'", diz Cláudya. A terapeuta ainda explica que tanto mulheres quanto homens têm de se acostumar com a "onda amorosa", que é composta por altos e baixos. "Tem que existir o baixo para que a onda possa ter seu auge", finaliza.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Grande Recado
O que se Sente depois do Fim
Não sei! Acharam que eu teria a fórmula mágica? Por mais que goste de ajudar…não sei. Imagino que seja um vazio. Mas ok Drix, vazio é palavra fácil e anti-criativa de se dizer. Ok eu sei, mas é um vazio cheio de coisas. Um vazio inundado de memórias que você não quer ter, pelo simples fato de “agora”, não fazer sentido de existirem boiando pela sua cabeça. Eu quero afastar. Será que com aquele spray para mosquito da dengue adianta?
Não sei por que temos que ter memória nestes momentos tão frágeis de nossas vidas. Poderia existir uma borracha super-hiper-mega-blaster poderosa para tirá-los de nossa mente. But, ainda assim existirão leitoras que falarão para mim: “Mas Drix, tudo que foi vivido com amor, vale à pena ser relembrado”. Sim, concordo com todas vocês! Mas no momento que está tudo mais gelatinoso que gelatina de uva, deveria existir um mecanismo para guardar tudo em um HD alternativo da cabeça. Lá na frente sim! Restabelecidas, reformadas, amadurecidas mais um pouco, a gente faz o backup de volta.
Nestes momentos que antecedem a nossa volta por cima, eu realmente não sei o quê fazer, nem muito menos como lidar. Aquela velha e “eterna” dor física continua lá, perene. E parece que você não consegue desligar por nada desse mundo. Assistindo TV, alguma frase te lembra o que passou que necessariamente, pra ti, não precisava ter passado. Alguma música faz o mesmo e quando você vê , está andando pela rua , saindo da fila do banco com seu mp3 e as lágrimas estão rolando. Você não tem controle disso, não me venha aqui falar ” Ei, eu tenho”. Ninguém tem! O que muda de pessoa para pessoa é exatamente o tempo que cansa e você troca o tênis. Isto pode vir a qualquer momento. Para algumas até em duas semanas no máximo, pronto! A fortaleza se reconstrói. Invejo vocês, rsrs…Para outras leva mais tempo, mas nunca uma eternidade. Vi uma matéria em algum programa do GNT que a recuperação tem até 180 dias para ser completa, psicologicamente falando. Que se durar 181 dias, já vira patologia e tem que ser tratada com total seriedade. Mas 180 dias??? Deus é mais! É como se eu estivesse em uma novela de Glória Perez que não tem fim…
E quando menos você espera, aparece outra pessoa em sua vida. Em um estalar de dedos. Exatamente nesta hora que você não está com bons olhos pro mundo. Fico cá pensando com meus botões ” Será um teste?”. Não sei para vocês, mas o meu ego não funciona nessas horas…e para ser absurdamente sincera, nem o tenho tão vivo assim dentro de mim. Ego (alheio) é uma coisa que já me machucou bastante…ando com medo dele ou de quem o tem muito inflamado. Enfim, quando nem uma nova pessoa mexe com você o bastante para te tirar desse marasmo absurdo e dessa tristeza que machuca seu físico, é porque você ainda está no período de 180 dias!
Minha única conclusão quanto a isto tudo: não lute contra! Não pare sua vida por isso, claro…mas sabe aquele período de luto? Ele tem que existir! Claro que todos sabemos que vai passar, isso é fato! A não ser que você seja um personagem de Glória Perez… Só que você tem SIM que colocar pra fora tudo que anda te entristecendo…para quando passar aí dentro, nem olhar para a pessoa do outro lado da rua, possa te abalar. Não deixe que lá na frente, qualquer coisa volte. Mate agora…neste tempo de luto! Use o tempo para cuidar de você, para se amar mais, para se valorizar o máximo que a tristeza te permita! E saia disso aprendendo alguma lição…uma só que seja…a minha acho que já to vislumbrando…
“Viva seus sonhos…viva-os bem. Dedique-lhes altares, celebre seus mistérios. Não é a perfeição, mas já é um caminho. Não há nenhum sonho perdurável. Uns substituem os outros e não devemos esforçar-nos por nos prender a nenhum. Ninguém pode escolher a onda que obedecerá, nem o pólo pelo qual será atraído. Seu destino o ama. Algum dia lhe pertencerá por completo, como você sonha, se continuar lhe sendo fiel.”
(Herman Hesse)
Não sei! Acharam que eu teria a fórmula mágica? Por mais que goste de ajudar…não sei. Imagino que seja um vazio. Mas ok Drix, vazio é palavra fácil e anti-criativa de se dizer. Ok eu sei, mas é um vazio cheio de coisas. Um vazio inundado de memórias que você não quer ter, pelo simples fato de “agora”, não fazer sentido de existirem boiando pela sua cabeça. Eu quero afastar. Será que com aquele spray para mosquito da dengue adianta?
Não sei por que temos que ter memória nestes momentos tão frágeis de nossas vidas. Poderia existir uma borracha super-hiper-mega-blaster poderosa para tirá-los de nossa mente. But, ainda assim existirão leitoras que falarão para mim: “Mas Drix, tudo que foi vivido com amor, vale à pena ser relembrado”. Sim, concordo com todas vocês! Mas no momento que está tudo mais gelatinoso que gelatina de uva, deveria existir um mecanismo para guardar tudo em um HD alternativo da cabeça. Lá na frente sim! Restabelecidas, reformadas, amadurecidas mais um pouco, a gente faz o backup de volta.
Nestes momentos que antecedem a nossa volta por cima, eu realmente não sei o quê fazer, nem muito menos como lidar. Aquela velha e “eterna” dor física continua lá, perene. E parece que você não consegue desligar por nada desse mundo. Assistindo TV, alguma frase te lembra o que passou que necessariamente, pra ti, não precisava ter passado. Alguma música faz o mesmo e quando você vê , está andando pela rua , saindo da fila do banco com seu mp3 e as lágrimas estão rolando. Você não tem controle disso, não me venha aqui falar ” Ei, eu tenho”. Ninguém tem! O que muda de pessoa para pessoa é exatamente o tempo que cansa e você troca o tênis. Isto pode vir a qualquer momento. Para algumas até em duas semanas no máximo, pronto! A fortaleza se reconstrói. Invejo vocês, rsrs…Para outras leva mais tempo, mas nunca uma eternidade. Vi uma matéria em algum programa do GNT que a recuperação tem até 180 dias para ser completa, psicologicamente falando. Que se durar 181 dias, já vira patologia e tem que ser tratada com total seriedade. Mas 180 dias??? Deus é mais! É como se eu estivesse em uma novela de Glória Perez que não tem fim…
E quando menos você espera, aparece outra pessoa em sua vida. Em um estalar de dedos. Exatamente nesta hora que você não está com bons olhos pro mundo. Fico cá pensando com meus botões ” Será um teste?”. Não sei para vocês, mas o meu ego não funciona nessas horas…e para ser absurdamente sincera, nem o tenho tão vivo assim dentro de mim. Ego (alheio) é uma coisa que já me machucou bastante…ando com medo dele ou de quem o tem muito inflamado. Enfim, quando nem uma nova pessoa mexe com você o bastante para te tirar desse marasmo absurdo e dessa tristeza que machuca seu físico, é porque você ainda está no período de 180 dias!
Minha única conclusão quanto a isto tudo: não lute contra! Não pare sua vida por isso, claro…mas sabe aquele período de luto? Ele tem que existir! Claro que todos sabemos que vai passar, isso é fato! A não ser que você seja um personagem de Glória Perez… Só que você tem SIM que colocar pra fora tudo que anda te entristecendo…para quando passar aí dentro, nem olhar para a pessoa do outro lado da rua, possa te abalar. Não deixe que lá na frente, qualquer coisa volte. Mate agora…neste tempo de luto! Use o tempo para cuidar de você, para se amar mais, para se valorizar o máximo que a tristeza te permita! E saia disso aprendendo alguma lição…uma só que seja…a minha acho que já to vislumbrando…
“Viva seus sonhos…viva-os bem. Dedique-lhes altares, celebre seus mistérios. Não é a perfeição, mas já é um caminho. Não há nenhum sonho perdurável. Uns substituem os outros e não devemos esforçar-nos por nos prender a nenhum. Ninguém pode escolher a onda que obedecerá, nem o pólo pelo qual será atraído. Seu destino o ama. Algum dia lhe pertencerá por completo, como você sonha, se continuar lhe sendo fiel.”
(Herman Hesse)
Sábio Recado
Companheirismo
AMIZADE

Quando a gente aprende a estar só
…sem necessariamente estar só…
Já disse Clarice Lispector “Minha força está na solidão. Não tenho medo nem de chuvas tempestivas nem de grandes ventanias soltas, pois eu também sou o escuro da noite.” Se a gente for parar para pensar: o quê de mais certo eu deveria fazer nessa vida de meu Deus? Resposta: Aprender a ser só! Sem necessariamente sê-lo. Isso não é um condicionamento do seu estado civil. Apenas um posicionamento seu com a vida.
Tirando os problemas normais que você, eu, aquela ali, temos nos relacionamentos amorosos (os do dia-a-dia, aquele ciúme e blábláblá), existem os problemas extra-relação. Ou seja, nada tem a ver com a pessoa fofa que está a seu lado. MAS, tem TUDO A VER. Explico: já escrevi por aqui a coisa do companheirismo. Isto continua sendo FUNDAMENTAL em uma relação para mim. Coisa de estrutura mesmo se eu for me detalhar no que penso sobre este tal companheirismo.
Voltando… você tem problemas da SUA vida (seja profissional, família, whatever). E neste contexto, por muitas vezes o que você mais quer (e até as mais diretas como eu, expressam isso notoriamente) é o apoio daquela pessoa “fofa” lá de cima do texto. É só de um colo, de um “eu sei que tá tudo uma merda, mas eu te amo… conta comigo”.
O que você quer na real, não é que seu par ou Buda resolvam seus problemas. Você quer o abraço. Sabe quando você precisa desesperadamente de uma abraço da sua companheira em um momento de oásis de auto-estima? Pois… você só quer isso né? Parece que esse ato vai abrandar, e muito, o que você tem de mais desequilibrado dentro de ti: seu equilíbrio.
PÉÉÉÉÉÉM! Você está errada! Eu estou, aquela ali está, todas estamos. Não podemos achar que a pessoa que está conosco vá entender uma coisa simples demais de se colocar: “Ei, não quero 25h do seu lado… eu tenho a minha vida, você a sua… Só quero momentos que eu possa olhar no fundo dos seus olhos e sentir, aqui dentro, que você é meu porto seguro”. PÉÉÉÉÉÉM again! Pra quê isso? Para você deixar a impressão que é dependente dela? Quando na verdade você não é! Apenas quer um porto seguro… Só isso. Necessariamente, isso não quer dizer dependência, concordam?
A real da vida é a seguinte (na minha humilde opinião de ser vivente por 39 longos anos): você precisa DE VOCÊ! Somente! Sei que as vezes as situações são péssimas, desastrosas, a gente se perde , se desequilibra…mas e cadê você ai dentro? Onde se escondeu? Por que precisa de um porto seguro FORA DE VOCÊ? Pra que? Com que motivo?
Sei que as nossas fichas caem paulatinamente. Existem as pessoas sortudas que caem nos seus poços interiores e retornam rapidamente… Já outras demoram um pouco mais, mas quando retornam, voltam ainda mais fortes e poderosas que as sortudas. Enfim, não existem regras. Somos seres completamente diferentes em essência, particularidades, defeitos e qualidades. Não existem fórmulas, existem decisões! Tome a sua! Seja hoje, amanhã de manhã, tome.
Não quero aqui acabar com aquelas relações maravilhosas que as pessoas se combinam como peças de quebra-cabeça. PARABÉNS! Mas ei pessoas, não tenhamos inveja destas que tem suas relações perfeitas. É porque existe merecimento para isso naquele momento da vida delas. Que sejam muito felizes! Então, cada um tem seu momento. Por isso, vamos tentar abrir a cabeça um pouco mais, deixar sentimentalismos sentimentalóides de lado. Não precisamos deles. Precisamos de nós mesmas, fortes, cheias de criatividade para simplesmente viver. Só isso. Se seu par é a tal peça de quebra-cabeça, MARAVILHA! Caso não seja, apenas entenda que seu porto seguro é e deve SEMPRE SER VOCÊ MESMA!
AMIZADE

Quando a gente aprende a estar só
…sem necessariamente estar só…
Já disse Clarice Lispector “Minha força está na solidão. Não tenho medo nem de chuvas tempestivas nem de grandes ventanias soltas, pois eu também sou o escuro da noite.” Se a gente for parar para pensar: o quê de mais certo eu deveria fazer nessa vida de meu Deus? Resposta: Aprender a ser só! Sem necessariamente sê-lo. Isso não é um condicionamento do seu estado civil. Apenas um posicionamento seu com a vida.
Tirando os problemas normais que você, eu, aquela ali, temos nos relacionamentos amorosos (os do dia-a-dia, aquele ciúme e blábláblá), existem os problemas extra-relação. Ou seja, nada tem a ver com a pessoa fofa que está a seu lado. MAS, tem TUDO A VER. Explico: já escrevi por aqui a coisa do companheirismo. Isto continua sendo FUNDAMENTAL em uma relação para mim. Coisa de estrutura mesmo se eu for me detalhar no que penso sobre este tal companheirismo.
Voltando… você tem problemas da SUA vida (seja profissional, família, whatever). E neste contexto, por muitas vezes o que você mais quer (e até as mais diretas como eu, expressam isso notoriamente) é o apoio daquela pessoa “fofa” lá de cima do texto. É só de um colo, de um “eu sei que tá tudo uma merda, mas eu te amo… conta comigo”.
O que você quer na real, não é que seu par ou Buda resolvam seus problemas. Você quer o abraço. Sabe quando você precisa desesperadamente de uma abraço da sua companheira em um momento de oásis de auto-estima? Pois… você só quer isso né? Parece que esse ato vai abrandar, e muito, o que você tem de mais desequilibrado dentro de ti: seu equilíbrio.
PÉÉÉÉÉÉM! Você está errada! Eu estou, aquela ali está, todas estamos. Não podemos achar que a pessoa que está conosco vá entender uma coisa simples demais de se colocar: “Ei, não quero 25h do seu lado… eu tenho a minha vida, você a sua… Só quero momentos que eu possa olhar no fundo dos seus olhos e sentir, aqui dentro, que você é meu porto seguro”. PÉÉÉÉÉÉM again! Pra quê isso? Para você deixar a impressão que é dependente dela? Quando na verdade você não é! Apenas quer um porto seguro… Só isso. Necessariamente, isso não quer dizer dependência, concordam?
A real da vida é a seguinte (na minha humilde opinião de ser vivente por 39 longos anos): você precisa DE VOCÊ! Somente! Sei que as vezes as situações são péssimas, desastrosas, a gente se perde , se desequilibra…mas e cadê você ai dentro? Onde se escondeu? Por que precisa de um porto seguro FORA DE VOCÊ? Pra que? Com que motivo?
Sei que as nossas fichas caem paulatinamente. Existem as pessoas sortudas que caem nos seus poços interiores e retornam rapidamente… Já outras demoram um pouco mais, mas quando retornam, voltam ainda mais fortes e poderosas que as sortudas. Enfim, não existem regras. Somos seres completamente diferentes em essência, particularidades, defeitos e qualidades. Não existem fórmulas, existem decisões! Tome a sua! Seja hoje, amanhã de manhã, tome.
Não quero aqui acabar com aquelas relações maravilhosas que as pessoas se combinam como peças de quebra-cabeça. PARABÉNS! Mas ei pessoas, não tenhamos inveja destas que tem suas relações perfeitas. É porque existe merecimento para isso naquele momento da vida delas. Que sejam muito felizes! Então, cada um tem seu momento. Por isso, vamos tentar abrir a cabeça um pouco mais, deixar sentimentalismos sentimentalóides de lado. Não precisamos deles. Precisamos de nós mesmas, fortes, cheias de criatividade para simplesmente viver. Só isso. Se seu par é a tal peça de quebra-cabeça, MARAVILHA! Caso não seja, apenas entenda que seu porto seguro é e deve SEMPRE SER VOCÊ MESMA!
sábado, 3 de julho de 2010

Drª. Martha de Paula é uma amiga cujo coração bondoso me faz sentir falta da sua companhia.... Saudades amiga!!!
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